Sociedade que dá desgosto e ânsias, que como problema matemático nos faz gastar tempo pensando em melhoras.
Faz-me, digo.
E num segundo pular para o fio bambo, cai para os estudos sociais, recai para a metafísica.
Toca em soluções análogas às medievais, fala-se em selvagem, e sem perceber pode cair no papo do empirismo, do inatismo.
E eu que já detestei escola, quase a abandonei, hoje agradeço ter-me sacudido para ao menos olhar para a sociedade.
Que mesmo com vontades literárias nada sairia, jamais, sem esse olhar.
Que descarrega adrenalina, causa distúrbios, coração acelerado e estômago em revertério.
E cai em tudo, subjetivo, grande e pequeno, mostrando que o interno é o externo e vice-versa e não tem outro jeito.
Indivíduo e sociedade não diferem.
(Tanto que Ding Dong, the Witch is Dead no funeral de Tchatcher e eu não contive o riso; mesmo que digam mórbido, desrespeito etc.)
É isso.
É tão simples que dá medo, que faz parecer complexo e cheíssimo de estruturas.
É nada.
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