terça-feira, 22 de maio de 2012
Estranho de mim mesmo, de Robert Schindel
Tornei-me um estranho de mim mesmo
O ritmo dos passos e o riso
O instante. Um estranho de mim mesmo.
De ombro na ombreira arrastando o tempo
O emprego, uns namoros, gramar reuniões
Conversas com os amigos, a olhar. De ombro na ombreira.
O mundo lá fora encasulou-se. Os desfiladeiros das ruas
Apertam-se e o verão a abrir em sonhos
Lá fora o belo mundo encasulou-se e tece desvarios.
Ninguém discute. O vinho de azedas golo a golo.
As notícias de fora no bolso do casaco. Os inimigos pessoais
Vão morrendo. E eu tão manso. Não discuto.
Não gosto muito de viver assim. Mas a política
Não me deixa morrer. Precisa-se ainda
Dos insubstituíveis. E assim vou vivendo.
Tradução de João Barrento
sexta-feira, 11 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Criptografia
(cripto- + -grafia)
s. f.
Escrita secreta, em cifra, isto é, por meio de abreviaturas ou sinais convencionais.
Encriptar
(en- + cripta + -ar)
v. tr.
1. Meter ou enterrar em cripta. = SEPULTAR
Cripta
s. f.
1. Carneiro sepulcral.
2. Caverna subterrânea.
3. Catacumba.
(Do latim Crypta, "cofre, caverna" e do grego Kryptē, "oculto, escondido, segredo".)
*
Enquanto um caco de almotolia era desenfiado do pé descalço, roxo de frio avermelhando do sangue, insone que nem os dentes.
s. f.
Escrita secreta, em cifra, isto é, por meio de abreviaturas ou sinais convencionais.
Encriptar
(en- + cripta + -ar)
v. tr.
1. Meter ou enterrar em cripta. = SEPULTAR
Cripta
s. f.
1. Carneiro sepulcral.
2. Caverna subterrânea.
3. Catacumba.
(Do latim Crypta, "cofre, caverna" e do grego Kryptē, "oculto, escondido, segredo".)
*
Enquanto um caco de almotolia era desenfiado do pé descalço, roxo de frio avermelhando do sangue, insone que nem os dentes.
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