era ela pró-aborto.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Veneno era o vinho na taça
Tenho há anos um piano.
Sem banquinho.
Simples, digital, simulador dalgum caro de cauda por aí.
Tem o pedalzinho sostenuto e imita bem bizarro um som de cravo.
É ótimo e mal custou,
a empresa do cartão de crédito conta como prejuízo os casos de óbito.
Bonito, desmonta e remonta, tão bonito na sala.
Parece um móvel.
Inda estranho os fios elétricos para una corda,
pior ainda não ter banquinho.
Não fui sou serei pianista mas tão fácil tendinite, outros, com más postura altura.
Cadeira cinza giratória de escritório.
Parece escrivaninha.
Eu entrei nesta outra casa e não tem nenhum piano
de armário
de cauda
ou de mesa simulacro como o meu.
Tem uma mesona imensa bem antiga
e um banquinho de piano na sala.
Sentei nele vendo estruturas precisas e falei em organicidade.
sábado, 5 de novembro de 2011
Agápico
Falou-se em posse com uns dedos puxando gramíneo grosso preto e nada poderia ser mais terno que isso. Foi é terno e forte e a outra língua que calou sem abafar. Grande prazer de pessoa facunda é o silêncio conquistado, esferas diversas, se conquista e silencia em anos circunstâncias.
Em sonho e pensamento, tudo antes e não deixa de assustar o novo desconhecido, novo de verdade, de repente só verdades.
Tudo começou num templo chinês, ali perto da Estação Conceição. Duas garrafas víneas eram a balança perfeitinha acertadinha. As duas pela metade.
Sonho alquímico me livrou do velho IAO e abriu ajeitou pra nova coisa. É templo na megalópole é chinês, capim obscurecido, encontro; profanação liberta e sacramenta.
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