Padronização, padrão, formato e formatação. Normas e convenções, moldes, este ou aquele, esse ou nenhum. Nova ortografia e ABNT, cérebro adaptado a três línguas e dois teclados diferentes.
Não há dispêndio de atenção para o que deslize ou escorra um pouco para fora, não mais. O gozo máximo ser ousar dentro do padrão, criar dentro das limitações brutas, nunca de fato. Deturpar os significados que já pertenceram aos termos.
Bater a cabeça contra a parede, bater às portas da burocracia com sorriso desesperado na mão e currículo na cara, e todo o entendimento empático se esvai, pessoas com joguinhos cruéis à procura da mediocridade pura e sem razão.
Identificar dicotomias e domínio das normas todas; ironia autodestrutiva, assim é possível criticar. Muitas vezes não dá mais para aguentar, isso isso, entenda e entre, domine e mude; transforme o sistema, foda-o por dentro, infiltre-se para criticar e ganhar credibilidade, nada, passar dez anos da vida pensando e visando salários maiores não é se deixar engolir não. É vida.
Suicídio atraente é hackear para apagar CPF e certidões demais.
