Primeiro natal com família assumidamente diluída. Primeiro natal sem mamãe. Primeiro natal em que não há reunião de minha família materna, primeiro natal em que não ganho nem uma lembrancinha - o que não fez nenhuma diferença. Até porque meu último presente foi um pequeno pônei, da minha mãe, tirando um sarrinho básico de mim e ao mesmo tempo me fazendo lembrar da minha infância prévideogame.
Resultado: muito vinho em meio a uma família desconhecida, da minha cunhada, no cu de Goiás. Bão, muito bão, como se diz por aqui. Fui à Santa Bárbara hoje, antes, e expurguei os últimos demônios naquela queda fantástica. Ao fim do dia, cabernet sauvignon português, cabernet chileno, um merlot, um que não deu tempo de identificar (ainda mais com a sobremesa), fechei com um Lambrusco cuja rolha se perdeu na noite cavalcantense.
Fiquei pensando nos crisântemos. Será que eles hão de sobreviver com uma semana sem água?
Aí, ok, senti-me no dever de parar com a farsa toda. Quando comprei o vasinho, e as flores ainda eram daquele laranjinha sem tom avermelhado, quis crisântemos. Os que tinham eram quase mortos. Comprei, então, um vasinho com flores pequenas, delicadas e alternativas. Laranjas.
Mas, minha gente, não são crisântemos. Gostei da idéia de serem-no, como simbologia. Não faz sentido, então aí vai a verdade: eu não manjo porra nenhuma de jardinagem.
Mas, é sério, esse semestre eu planto calêndula, capim-cidreira e outras coisas no meu jardim. É sério, e não promessa préanonovo.
Resultado: muito vinho em meio a uma família desconhecida, da minha cunhada, no cu de Goiás. Bão, muito bão, como se diz por aqui. Fui à Santa Bárbara hoje, antes, e expurguei os últimos demônios naquela queda fantástica. Ao fim do dia, cabernet sauvignon português, cabernet chileno, um merlot, um que não deu tempo de identificar (ainda mais com a sobremesa), fechei com um Lambrusco cuja rolha se perdeu na noite cavalcantense.
Fiquei pensando nos crisântemos. Será que eles hão de sobreviver com uma semana sem água?
Aí, ok, senti-me no dever de parar com a farsa toda. Quando comprei o vasinho, e as flores ainda eram daquele laranjinha sem tom avermelhado, quis crisântemos. Os que tinham eram quase mortos. Comprei, então, um vasinho com flores pequenas, delicadas e alternativas. Laranjas.
Mas, minha gente, não são crisântemos. Gostei da idéia de serem-no, como simbologia. Não faz sentido, então aí vai a verdade: eu não manjo porra nenhuma de jardinagem.
Mas, é sério, esse semestre eu planto calêndula, capim-cidreira e outras coisas no meu jardim. É sério, e não promessa préanonovo.
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