Depois de comer todo o interior da primeira pitaya que compro (e vejo) no Brasil, esqueci da nostalgia cambojana que a fruta me dá e continuei contemplando sua casca e sua pele quase fúcsia. Sem aquietar. Hipnotizada pela beleza estética da fruta.
Separei essa pele intermediária da casca escamada com faca, joguei as fatias numa chaleira e deixei em infusão por alguns minutos. O chá resultante era duma cor lindíssima e de consistência mais grossa. Não sabia mais o que fazer, não tenho talento pras artes visuais nem sei como fabricar tinta, então minhas opções se reduziram.
Bebi a infusão inteirinha, num copão grande de vidro transparente.
Ingeri beleza estética pela primeira vez.
Separei essa pele intermediária da casca escamada com faca, joguei as fatias numa chaleira e deixei em infusão por alguns minutos. O chá resultante era duma cor lindíssima e de consistência mais grossa. Não sabia mais o que fazer, não tenho talento pras artes visuais nem sei como fabricar tinta, então minhas opções se reduziram.
Bebi a infusão inteirinha, num copão grande de vidro transparente.
Ingeri beleza estética pela primeira vez.
Um comentário:
eu vi, era da cor de beleza estética mesmo. e tinha gosto de cor.
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